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as melhores dicas para seu vestibular

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Dica:

Publicado por blogye7 em agosto 13, 2008

Para aqueles interessados em administração, uma boa dica de leitura é : A lógica do Cisne Negro, da editora Record.

Quem puder leia!!!

“O que o sucesso do Google e o 11 de Setembro têm em comum? Segundo Nassim Nicholas Taleb, os dois são exemplos claros de um cisne negro: um evento imprevisível, impactante e que é a base de quase tudo sobre o mundo, da ascensão das religiões à nossa vida pessoal. Em “A Lógica do Cisne Negro”, o mundialmente conhecido autor de Iludido pelo acaso retoma temas como sorte, incerteza, probabilidade e conhecimento para falar sobre como grandes acontecimentos nos surpreendem enquanto cometemos o erro de restringir o pensamento ao corriqueiro e irrelevante. Nesta obra, o leitor aprenderá, com truques simples, a tirar proveito de cisnes negros e ter outra visão de mundo.”

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A Divina Comédia

Publicado por blogye7 em agosto 13, 2008

Em 1265, nasce Dante Alighiere, na cidade de Florença, o maior poeta Italiano, estudou no Convento de Santa Cruz, peregrinou por várias cidades italianas, mas em Ravena viveu seus últimos momentos e lá faleceu aos 56 anos, em 1321. Sua obra prima é “A Divina Comédia”. Escrita em Cem Cantos, No período de 1310/1321.  A obra é dividida em três partes: O Inferno, o Purgatório e o Paraíso. Com a ajuda da personagem Virgílio – poeta da antiguidade latina, que escreveu Eneida, símbolo da razão divina – Dante percorre esses três pontos: os dois primeiros terríveis do Inferno ao Purgatório para ter o direito de entrar no paraíso com o auxílio de sua doce amada, Beatrice. Até hoje o nome é motivo de dúvidas, quando se refere à palavra comédia. Comédia se refere ao sofrimento em antítese a alegria e paz do Paraíso. Daí a Divina comédia de nossas vidas de nossos sofrimentos, sempre vislumbrando a Deus na hora da morte. A obra apresenta-se, também, de forma crítica quando Dante chama a prestar contas em tribunal simbólico os poderosos. Segundo E.R .Curtius, “Dante chama ao tribunal papas e imperadores de seu tempo: reis e prelados, estadistas, déspotas, generais; homens e mulheres da nobreza e da burguesia das corporações e das escolas{…}”

A provação, o moralismo de Dante – colocando-se como alguém “perdido em uma selva escura” aos 35 anos – e do leitor representando a humanidade, numa metalinguagem edificante. Todo aquele que pecar deve procurar a redenção de seus pecados, esse é o objetivo escondido nas palavras. Não basta dizer que se arrependeu é preciso ter fé e ser racional, na sociedade do dogma.

Sua descrição do Inferno sugando as almas para o centro da terra – de acordo com a visão do mundo, conforme Pitolomeu, que a Terra era o Centro do Universo – constituído de nove círculos é segundo Vincenza Rubino “uma cratera onde estão distribuídas as almas dos pecadores condenados a penas terríveis.

“Tinha diante de mim o rei das trevas. O quão fora belo anjo de luz, hoje era feio. Espantei-me ao ver que tinha três caras em uma só cabeça. A cara da frente era vermelha,a da direita, amarelenta, e a da esquerda, negra como a fulígem”

Enquanto o Purgatório é uma montanha formada no lado oposto ao inferno, também constituído de nove partes: as almas, uma vez purificadas, vão subindo os patamares nas encostas da montanha,

“Foi quando notamos, ao longo do caminho, encostada à lívida muralha, e com as pálpebras cerzidas com fios de arame, para os olhos, que tanto cobiçaram, não vissem luz, uma multidão de sombras vestidas de rude silício; as sombras contavam, ou melhor, gritavam a litania de todos os santos, exclamando em uníssono: ‘Maria, orai por nós!”.

Já o Paraíso foi imaginado como o topo do Purgatório. É composto de nove céus, que regem os planetas. No Empíreo, composto de pura luz, vivem Deus e as almas santificadas”.

“Antes de atingirmos o nono céu – o manto real, porque ele cobre todos os demais – , vi saírem de um círculo dançante três luzes extremam,ente brilhantes, que pela sua velocidade soube serem almas das mais preciosas.”

A Obra é interessante por estabelecer uma hierarquia de pecados para condenação final, fica definido que as almas que estão no Inferno não têm mais salvação. Já as que se encontram no Purgatório podem ascender, aceita a expiação transitória que as libertará no final com a premiação suprema, Deus no paraíso.
Vincenza Rubino retrata a respeito do0s valores dos pecados; ”Assim, por exemplo, casos de adultério são pecados menos graves do que a prática do estelionato. Os sete pecados capitais comparecem no inferno dantesco e as penas impostas obedecem a um significado simbólico: ‘os hipócritas do oitavo círculo são condenados a vestir eternamente uma pesada túnica de chumbo dourado’, ensina José Paulo Paes, ’_o dourado falso das suas palavras melífluas não logrou esconder o chumbo vil das mentiras que espalharam em vida’”.

Esta viagem é realizada em uma semana: começa na sexta-feira, dia 8 de abril e vai até quinta-feira da semana seguinte no ano de 1300, para Salvatore D’Onofrio, “prende-se ao fato de ser o primeiro Ano Santo da história do CATOLICISMO: o Papa Bonifácio VIII determinou que o primeiro ano do novo século fosse considerado jubilar, concedendo indulgências dos pecados a todos os peregrinos que fossem rezar em Roma”.

Alguns consideram a obra um compêndio da Cultura da Idade Média, uma enciclopédia viva com termos e expressões específicas. Retrata a natureza filosófica, científica, poética, política e histórica do mundo antigo – romano, grego, ocidental e religioso.

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Análise da obra de Gil Vicente – Auto da Barca do Inferno

Publicado por blogye7 em junho 30, 2008

Antes de qualquer coisa, “auto” é uma designação genérica para peça, pequena representação teatral. Originário na Idade Média tinha de início caráter religioso; depois se tornou popular, para distração do povo. Foi Gil Vicente (1465-c. 1537) que introduziu esse tipo de teatro em Portugal.

O “Auto da Barca do Inferno” (c. 1517) representa o juízo final católico de forma satírica e com forte apelo moral. O cenário é uma espécie de porto, onde se encontram duas barcas: uma com destino ao inferno, comandada pelo diabo, e a outra, com destino ao paraíso, comandada por um anjo. Ambos os comandantes aguardam os mortos, que são as almas que seguirão ao paraíso ou ao inferno.

Resumo do enredo

Os mortos começam a chegar. Um fidalgo é o primeiro. Ele representa a nobreza, e é condenado ao inferno por seus pecados, tirania e luxúria. O diabo ordena ao fidalgo que embarque. Mas ele, arrogante, julga-se merecedor do paraíso, pois deixou muita gente rezando por ele. Recusado pelo anjo, encaminha-se, frustrado, para a barca do inferno; mas tenta convencer o diabo a deixá-lo a rever sua amada, pois esta “sente muito” sua falta. O diabo destrói seu argumento, afirmando que ela o estava enganando.

Um agiota chega a seguir. Ele também é condenado ao inferno por ganância e avareza. Tenta convencer o anjo a ir para o céu, mas não consegue. Também pede ao diabo que o deixe voltar para pegar a riqueza que acumulou, mas é impedido e acaba na barca do inferno.

O terceiro indivíduo a chegar é o parvo (um tolo, ingênuo). O diabo tenta convencê-lo a entrar na barca do inferno; quando o parvo descobre qual é o destino dela, vai falar com o anjo. Este, agraciando-o por sua humildade, permite-lhe entrar na barca do céu.

Mais personagens

A alma seguinte é a de um sapateiro, com todos os seus instrumentos de trabalho. Durante sua vida enganou muitas pessoas, e tenta enganar também o diabo. Como não consegue, recorre ao anjo, que o condena como alguém que roubou do povo.

O frade é o quinto a chegar… com sua amante. Chega cantarolando. Sente-se ofendido quando o diabo o convida a entrar na barca do inferno, pois, sendo representante religioso, crê que teria perdão. Foi, porém, condenado ao inferno por falso moralismo religioso.

Brísida Vaz, feiticeira e alcoviteira, é recebida pelo diabo, que lhe diz que seu o maior bem são “seiscentos virgos postiços”. Virgo é hímen, representa a virgindade. Compreendemos que essa mulher prostituiu muitas meninas virgens, e “postiço” nos faz acreditar que enganara seiscentos homens, dizendo que tais meninas eram virgens. Brísida Vaz tenta convencer o anjo a levá-la na barca do céu inutilmente. Ela é condenada por prostituição e feitiçaria.

Judeus e “cristãos novos”

A seguir, é a vez do judeu, que chega acompanhado por um bode. Encaminha-se direto ao diabo, pedindo para embarcar, mas até o diabo recusa-se a levá-lo. Ele tenta subornar o diabo, porém este, com a desculpa de não transportar bodes, o aconselha a procurar outra barca. O judeu fala então com o anjo, porém não consegue aproximar-se dele: é impedido, acusado de não aceitar o cristianismo. Por fim, o diabo aceita levar o judeu e seu bode, mas não dentro de sua barca, e, sim, rebocados.

Tal trecho faz-nos pensar em preconceito anti-semita. É necessário entender, porém, que durante o reinado de dom Manuel, de 1495-1521, muitos judeus foram expulsos de Portugal, e os que ficaram, tiveram que se converter ao cristianismo, sendo perseguidos e chamados de “cristãos novos”. Ou seja, Gil Vicente segue, nesta obra, o espírito da época.

Representantes do judiciário

O corregedor e o procurador, representantes do judiciário, chegam, a seguir, trazendo livros e processos. Quando convidados pelo diabo para embarcarem, começam a tecer suas defesas e encaminham-se ao anjo. Na barca do céu, o anjo os impede de entrar: são condenados à barca do inferno por manipularem a justiça em benefício próprio. Ambos farão companhia à Brísida Vaz, revelando certa familiaridade com a cafetina – o que nos faz crer em trocas de serviços entre eles e ela…

O próximo a chegar é o enforcado, que acredita ter perdão para seus pecados, pois em vida foi julgado e enforcado. Mas também é condenado a ir ao inferno por corrupção.

Por fim, chegam à barca quatro cavaleiros que lutaram e morreram defendendo o cristianismo. Estes são recebidos pelo anjo e perdoados imediatamente.

O bem e o mal

Como você percebeu, todos os personagens que têm como destino o inferno possuem algumas características comuns, chegam trazendo consigo objetos terrenos, representando seu apego à vida; por isso, tentam voltar. E os personagens a quem se oferece o céu são cristãos e puros. Você pode perceber que o mundo aqui ironizado pelo autor é maniqueísta: o bem e o mal; o bom e o ruim são metades de um mundo moral simplificado.

Características

O “Auto da Barca do Inferno” faz parte de uma trilogia (Autos da Barca “da Glória”, “do Inferno” e “do Purgatório”). Escrito em versos de sete sílabas poéticas, possui apenas um ato, dividido em várias cenas. A linguagem entre os personagens é coloquial – e é através das falas que podemos classificar a condição social de cada um dos personagens.

Valores de duas épocas

Escrita na passagem da Idade Média para a Idade Moderna, a obra oscila entre os seus valores morais de duas épocas: ao mesmo tempo em que há uma severa crítica à sociedade, típica da Idade Moderna, a obra também está religiosamente voltada para a figura de Deus, o que é uma característica medieval.

A sátira social é implacável e coloca em prática um lema, que é “rindo, corrigem-se os defeitos da sociedade”. A obra tem, portanto, valor educativo muito forte. A sátira vicentina serve para nos mostrar, tocando nas feridas sociais de seu tempo, que havia um mundo melhor, em que todos eram melhores. Mas é um mundo perdido, infelizmente. Ou seja, a mensagem final, por trás dos risos, é um tanto pessimista.

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Resumo de obras literárias.

Publicado por blogye7 em junho 26, 2008

São Bernardo – Graciliano Ramos

Com a publicação de São Bernardo (1934), Angústia (1936) e Vidas Secas (1938), Graciliano Ramos tornou-se, na opinião de muitos críticos, o grande ficcionista da década de 30 e um dos maiores de toda a literatura brasileira.


Tal reconhecimento resulta não apenas do fato de ele ter denunciado, de modo mais contundente que outros de sua geração, a miséria e a violência do Nordeste e da realidade brasileira, mas também do fato de ele ter sabido incorporar esse universo, com originalidade, ao próprio estilo de sua narrativa.


A prosa de Graciliano Ramos reproduz algumas qualidades do próprio universo que critica, de onde o seu estilo “seco”, “rude” e “tenso”, onde não parece haver lugar para qualquer frouxidão ou romantismo.

São Bernardo é narrado em primeira pessoa e compõe em tom confessional o retrato de Paulo Honório, um fazendeiro inculto e embrutecido, amargo e solitário que, aos 50 anos e diante de uma vida estagnada, decide escrever sua autobiografia.


Paulo tenta, a princípio, obter a ajuda de amigos que conheçam melhor a arte da escrita, mas o desentendimento quanto ao tom e ao estilo o levam a assumir a narrativa. Sua intenção não é a de compor um elogio ou um retrato favorável a si mesmo, mas a de repassar e entender a própria vida, buscando o sentido de uma existência frustrada, que se revela vazia após o suicídio de sua jovem esposa, Madalena.


De origem humilde, Paulo Honório foi um homem enérgico e empreendedor, que orientou a vida para conquistas, obtidas -como a fazenda “São Bernardo”- muitas vezes com manobras inescrupulosas. Sua trajetória de ascensão social foi a de um lutador que sobreviveu ao sertão e soube se servir de “bons negócios”. Foi também como “bom negócio” que ele viu seu casamento com Madalena, professora pobre e idealista, “mulher instruída” capaz de lhe dar um bom herdeiro.


Porém, o espírito benévolo da esposa, sempre solidária com os empregados da fazenda, choca-se frontalmente com os métodos brutais do marido, que chega a suspeitá-la de “comunista”, “subversiva” e “adúltera”. O filho que têm recebe por fim o desamor do pai.


Mais do que uma obra de denúncia social, São Bernardo é um grande romance sobre a dúvida e o ciúme, que se filia diretamente ao Dom Casmurro de Machado de Assis. Assim, deve-se ler a ruína da relação de Paulo Honório e Madalena tendo-se em mente Bentinho e Capitu. É na aproximação com a obra do mestre que se avalia melhor o gênio e os limites de Graciliano.


São Bernardo é certamente um grande romance, mas peca por possuir um narrador pouco verossímil: a consciência limitada e angustiada de Paulo Honório, que busca em vão compreender o seu drama com Madalena, não se casa bem com a escrita culta e refinada de Ramos.

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Resumo de livro para vestibular – Vidas secas

Publicado por blogye7 em junho 17, 2008

A obra começa com a fuga de uma família da trágica seca do sertão nordestino: Fabiano, o pai, Sinhá-Vitória, a mãe, os dois filhos e a cachorra Baleia. Fabiano é um vaqueiro, homem bruto que tem enorme dificuldade em articular palavras e pensamentos, que se sente um bicho e muitas vezes age como tal, grunhindo e se portando como um selvagem. Não tem aspirações e nem esperanças, do mesmo modo como não se tolera e não tolera o mundo em que vive. Sinhá-Vitória, sua esposa, se sai melhor em seus pensamentos e diálogos, apesar de restritos. Seu sonho é uma cama de couro, como a de um homem chamado Tomás da bolandeira. Essa personagem, que nunca aparece a não ser na memória das outras personagens, é também uma espécie de herói e modelo para Fabiano: culto, detentor de sabedoria, da arte da palavra e do pensamento, por isso mesmo admirado.

O menino mais novo parece não ter nome e nem uma forma comum de se comunicar. Sua única aspiração é ser como Fabiano. Nas mesmas situações está o filho mais velho, que só quer um amigo, conformando-se com a presença da cachorra Baleia. Esta, muitas vezes, parece ter um pensamento mais linear e humano que o resto da família, portando-se não só como um bicho, mas como um ente, uma companheira que ajuda Fabiano e sua gente a suportar as péssimas condições.

A história se desenvolve com o estabelecimento da família numa fazenda e a contratação de Fabiano como vaqueiro. Este, certa ocasião, vai até a venda comprar mantimentos e se põe a beber. Aparece um policial, chamado por Fabiano de Homem Amarelo, que o chama para jogar baralho com outros. O jogo acontece e, numa desavença com o Soldado Amarelo, Fabiano acaba sendo preso, maltratado e humilhado. Aumenta sua insatisfação com o mundo, com sua própria condição de homem bruto e selvagem do campo, e o desprezo de outras pessoas, encarnadas agora na figura do Soldado Amarelo.

Solto nosso herói, a vida segue na fazenda. Sinhá-Vitória começa a desconfiar do patrão, que parece roubar nas contas de Fabiano. Este se aborrece, mas não pode fazer nada. Não entende as complicadas contas que o patrão faz, e não sabe dialogar com ele. A festa de natal na cidade só serve para aumentar o descontentamento de Fabiano e sua família com o resto do mundo. Sentem-se diferentes, inferiores, desprezados e humilhados por milhares de “patrões” e “soldados amarelos”. Baleia adoece e Fabiano e vê na árdua tarefa de sacrificá-la. Fere o pobre bicho com um tiro, mas não consegue matá-lo, já que este foge para longe. Baleia vem a falecer durante a noite, perto da casa, sonhando com um mundo cheio de lebres…

Sentindo-se cada vez mais lesado pelo patrão, Fabiano resolve argumentar contra esse, mas, sob ameaça de despejo, resolve deixar o assunto quieto, o que lhe causa uma indignação cada vez maior. Sua indignação com o mundo chega ao extremo quando encontra, na volta da venda após ter tomado alguns goles, o Soldado Amarelo, que estava perdido no mato. Fabiano percebe o seu medo e seu corpo franzino em relação ao seu, e tem a idéia de matá-lo, descontar toda a sua raiva e seu descontentamento. Sentindo-se, entretanto, fraco e impossibilitado, resolve deixar pra lá, ensinando o caminho de volta para a cidade ao soldado. Seu sentimento de revolta é agora intensificado pela impotência…

Como não bastasse, a seca atinge a fazenda e faz com que toda a família fuja novamente, só que esta vez para o sul, em busca da cidade grande, sem destino e sem esperança de vida.

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Resumo de livros para vestibular

Publicado por blogye7 em maio 27, 2008

Angústia – Graciliano Ramos

Romance em que Luís da Silva, funcionário público e escritor frustrado, confessa de forma desesperada um homicídio. A vítima, Julião Tavares, havia conquistado a mulher que Luís amava.

A construção caótica do texto reflete o estado mental de um sujeito feio que se apaixonara por uma jovem de cabelos de milho, unhas pintadas, beiços vermelhos e o pernão aparecendo. Aqui, o humilhado se vinga com palavras.

Síntese

Luís da Silva tem 35 anos, é funcionário público, escreve eventualmente para os jornais e leva uma existência que se poderia considerar, em todos os aspectos, ordinária. No entanto o seu mundo interior, cheio de “estranhos hiatos”, está longe de ser banal. Narrador de sua própria história, Luís da Silva vive ruminando frustrações intelectuais, memórias da infância, o desejo incontrolável pela vizinha Marina e o ódio pelo bem-sucedido Julião Tavares, que lhe rouba a pretendente.

Escrito num andamento de pesadelo, mas com a concretude do pequeno detalhe cotidiano que é a marca do estilo de Graciliano Ramos (1892-1953), Angústia faz uma lenta imersão na consciência desse personagem complexo e atormentado, que afunda no inferno do ciúme e do ressentimento até o ponto de cometer um ato extremo.

Como bem observou o crítico Otto Maria Carpeaux, “todos os romances de Graciliano Ramos são tentativas de destruição” – e este não foge à regra. “Não sou um rato, não quero ser um rato”, repete para si o protagonista.

Lançado em 1936, quando o autor estava preso pelo governo de Getúlio Vargas, o livro ganhou o prêmio “Lima Barreto” da Revista Acadêmica e contribuiu para fazer de Mestre Graça (como era conhecido pelos amigos) um dos maiores escritores da literatura brasileira.

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Estudando pela internet

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Estudando pela internet!

Publicado por blogye7 em maio 21, 2008

Oi pessoal!!!

Tenho recebido muitos e-mails elogiando o blog e o post sobre o Educação 24 horas. Para quem não viu, essa é uma boa dica de conhecer. Eu achei pela internet há um tempo atrás e gostei bastante.

O Educação 24 horas é um site totalmente voltado a criança e ao adolescente. Você consegue encontrar um conteúdo legal tanto para a criança, com jogos educativos e historinhas infantis, onde a criança pode se divertir, aprender e se desenvolver ao mesmo tempo, quanto para os jovens que estão no ensino fundamental e médio, ou até mesmo prestando vestibular, com professores online 24 horas por dia, 7 dias por semana, respondendo a todas as dúvidas que possa ter, inclusive de inglês e espanhol, matérias de atualidades, dicas para o vestibular e material disponível para estudo. É ótimo para fazer trabalhos escolares e pesquisas.

Abaixo segue uma imagem do site com o link:

www.educacao24horas.com.br

Fica ai a dica para vocês! Aproveitem!

Bom feriado para vocês!!

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O Estresse e o Vestibular

Publicado por blogye7 em maio 14, 2008

Dica Anti-TPV (Tensão Pré-Vestibular)

Já que você está nessa, você está estressado. E tem que estar, porque o estresse é uma reação natural do seu organismo que ocorre quando você está diante de qualquer situação que represente ameaça ou exija mudança.

E mesmo que seja lá no fundinho a ameaça está aí: Você pensa que poderá ser reprovado ou não conseguir entrar na sua primeira opção. Obviamente a situação exige mudança: estudar mais, ir para uma universidade, encarar seus objetivos de vida e pensar como vai chegar lá…

É estresse que não dá pra por defeito.

Mas você pode:

1) permitir que ele aumente e impeça que você dê conta do recado de vestibulando, sofra um ano inteiro e corra o risco da reprovação ou

2) usar os benefícios do próprio estresse para ter mais pique, compreender e memorizar mais as matérias, e aumentar suas chances de aprovação.

Se você optou pela segunda alternativa, aqui vai uma dica:

Troque a quantidade exagerada pela qualidade. Em vez de entrar para o “Bloco dos Camelos” e estudar 24 horas, organize suas tarefas para que você possa estudar em blocos de 55′ (cinqüenta e cinco minutos) no máximo.

Passados os 55’, faça uma atividade de 15′ que permita com que você se desligue completamente do estudo e se ligue na atividade. Faça o que você mais gosta de fazer.

Veja mais em:

Nervosismo na hora da prova

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Nervosismo na hora da prova

Publicado por blogye7 em maio 12, 2008

O enfrentamento das provas dos vestibulares mais concorridos do país talvez seja o primeiro grande desafio profissional dos jovens.


É fácil mensurarmos esse desafio: a conquista de uma vaga em uma universidade pública no curso de medicina, por exemplo, significa obter um prêmio de cerca de R$ 225.000,00 – preço médio que o aluno pagaria pelo curso em uma universidade particular.


Um candidato que não apresentar um grau de excelência nos quesitos técnicos (conhecimento do conteúdo programático) e psicológico (administrar a ansiedade no momento da prova) terá sérias dificuldades para obtenção de êxito. Nesse artigo, estou preocupado com o equilíbrio psicológico.

Por que tanta gente “derrapa” no momento da prova? O que faz com que candidatos capacitados em termos de conhecimento fiquem nervosos a ponto de não conseguirem reverter em pontos o que sabem – têm brancos e sensações físicas como: taquicardia, suor excessivo, tremores, entre outros.

Inicio a reflexão sobre isso com um pensamento:

Os homens são perturbados não pelas coisas em si, mas pelo que pensam sobre elas.

Epitectus, 70 a.C.

Exatamente isso. São os pensamentos que contam. Sempre que você experimenta um estado de ansiedade intensa, existem pensamentos que definem e fortalecem esse estado. Alguns leitores podem estar questionando se é possível os pensamentos produzirem as reações físicas observadas durante o nervosismo. Não é difícil comprovarmos isso.


Imagine um limão bem suculento. Imaginou? Agora, corte esse limão. Pegue uma das metades e esprema-a em sua boca… Se você fez esse exercício com concentração, provavelmente salivou. Viu como pensamentos produzem reações físicas?


Mas como isso pode ocorrer durante a prova? Observe:


Batimento cardíaco um pouco aumentado.
(reação física)

Estou ficando nervoso.
(pensamento)

Respiração superficial e aceleração dos batimentos cardíacos.
(reações físicas)

Não estou me lembrando de nada, não vou conseguir.

(pensamento)

Respiração mais superficial e menos oxigênio para o cérebro.
(reações físicas)

Eu sabia que ia ficar nervoso, me deu branco que droga!
(pensamento)

Você observou que foi uma seqüência de pensamentos que intensificou as reações físicas e culminou no famoso branco. Mas como impedir que isso aconteça? É importante que identifique o que está pensando e verifique a veracidade dos seus pensamentos antes de agir. Veja:

Batimento cardíaco um pouco aumentado.
(reação física)
Estou ficando nervoso.
(pensamento)

É perfeitamente comum ficar um pouco nervoso no início de uma prova. Tenho certeza de que quem está levando essa prova a sério também está nervoso.

(pensamento compensador)

Não estou me lembrando de nada, não vou conseguir.
(pensamento)

É impossível se lembrar  de tudo. Não me lembrar de alguns assuntos não quer dizer que eu não vou conseguir. Vou dar o máximo de mim.

(pensamento compensador)

Estar vigilante aos pensamentos e considerar o maior número de ângulos possível para resolver um determinado problema pode levar a pessoa a novas conclusões e desfechos. É importante ter em mente que:

- Se, para que tenha paz, você precisa da certeza de que irá passar, você nunca terá paz. Essa certeza é impossível;
- Se, para que tenha paz, é preciso lembrar-se de tudo, você jamais terá paz. É impossível se lembrar de tudo;
- Se, para que tenha paz, é necessário dar tudo certo no dia da prova, você não terá paz. É perfeitamente possível que algo dê errado sem que isso o prejudique a ponto de impedir a conquista de sua vaga.

A identificação e a modificação dos pensamentos são um ponto central para a diminuição da ansiedade, e colocá-los em prática exige treino. Os simulados estão aí para isso.

Treine bastante e boas provas!

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Ele está chegando!!!!!

Publicado por blogye7 em maio 8, 2008

Os vestibulares do meio do ano estão chegando. Agora é hora de manter a calma e não deixar o nervosismo atrapalhar seus estudos. Planejamento e organização são quesitos essenciais para quem vai prestar o vestibular.

Para quem faz cursinho extensivo ou ainda está no terceiro colegial, surge aquele desespero de prestar uma prova que engloba todo o conteúdo do ano, mas que ele apenas estudou metade daquilo.

Para que você não fique desesperado, preparamos algumas dicas que irão te ajudar na fase de preparação para o vestibular de inverno.

1- Mantenha um ritmo constante de estudo

Muitos vestibulandos, quando sentem que o vestibular está próximo, entram em desespero e passam a estudar num ritmo frenético. Mas logo vem o cansaço e o vestibulando perde toda a vontade de estudar. Por isso, é importante que você mantenha um ritmo constante de estudo e esteja sempre em dia com a matéria vista na sala de aula.

2- Teste seus conhecimentos

A maioria dos cursinhos testa o conhecimento e o progresso de estudo dos seus alunos através de simulados. Procure fazê-los para você ter uma noção de como anda seu aprendizado. Através dos simulados, é possível descobrir em qual matéria você tem mais dificuldade, qual assunto você ainda não conseguiu entender. Conseqüentemente, você pode alterar seu roteiro de estudos e se focar naquele ponto que você está tendo mais dificuldade.

3- Não precisa saber tudo!

Nos vestibulares de meio de ano, a matéria requisitada engloba todo o conteúdo de um ano inteiro de cursinho, mas o aluno só teve tempo de ver metade daquilo. Na hora da prova, não se deixe desanimar pelas perguntas que exigem uma matéria que você ainda não viu. É possível ir bem na prova se a matéria vista ao longo do semestre foi devidamente estudada e revisada. Concentre-se naquilo que você sabe que será o suficiente para passar. A relação candidato/vaga nos vestibulares de inverno é mais baixa, por isso, não há motivos para o desânimo.

Confie em você e faça uma boa prova!

Pra quem ainda achar que precisa de alguma ajuda, tente o site Educação 24 horas. Lá você encontra resumos que ajudam a estudar, fora professores particulares, que tiram as suas duvidas na hora. Vale a pena conhecer!

Educação 24 horas.

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